Reformados no activo

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Os cortes nas reformas e o agravamento das condições de vida, levaram a que um número cada vez mais crescente de reformados tivesse regressado ao mercado de trabalho, à vida activa.

A necessidade de honrarem os compromissos criados com base no rendimento agora confiscado, o dever de solidariedade para com os seus filhos, ajudando-os na situação de desemprego e o desejo de manterem uma vida com dignidade, criou esta realidade.
Desde o trabalho mais duro, sem regras, exposto aos ditames dos patrões de circunstância, até à emigração aos 65 anos de idade, tudo acontece.

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