Governo cria banco de suplentes para prevenir ‘infiltrados’ no plano de vacinação. Toma indevida pode levar a tribunal

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Isabel Paulo – Jornalista

O Ministério da Saúde considera “inaceitável” qualquer utilização indevida de vacinas contra a covid-19. Administração indevida das vacinas a pessoas fora da lista dos grupos prioritários pode constituir conduta disciplinar e criminalmente punível. Inspeção de Saúde vai começar inspeção nacional

As entidades responsáveis pela operacionalização do plano nacional de vacinação contra a covid-19 vão criar uma lista alternativa de pessoas prioritárias à administração da vacina, caso surjam situações imprevisibilidade no terreno. O Ministério da Saúde considerou este domingo “inaceitável” qualquer utilização indevida de vacinas contra a covid-19, alertando que este ato pode ser “criminalmente punível”.

 A tutela pediu, por isso, às unidades de saúde, hospitais e lares que preparem uma lista complementar de pessoas prioritárias, “observando as prioridades definidas pelo Plano de Vacinação”, para que todas as doses previstas sejam aplicadas, caso, por qualquer imprevisto, não seja possível a administração a todas as pessoas previamente elencadas.

“A utilização indevida das vacinas contra a covid-19 pode constituir conduta disciplinar e criminalmente punível, em face da factualidade concreta que venha a apurar-se em sede de inquérito”, afirma o Ministério da Saúde (MS).

 

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